
Ainda é totalmente dono da tua própria razão, a mesma que me arranca gotas salgadas da entrada para o meu mundo. Toda noite é igual, depois das mesmas conversas que me remetem ao que eu canso de omitir para mim mesma. Sei que toda glória e diversão ficam a par da nossa situação. O que nos tornamos? Escravos do próprio orgulho.
E eu me pergunto, antes de fechar os olhos – O que você quer de mim? – e a pergunta ecoa pelos pensamentos, até que outra noite de insônia se aproxima. Mas até pegar no sono, é a perturbação que me inquieta.
E as contradições racionais e emocionais entram em combate a cada frase completa. O ódio que eu deveria nutrir transfigura-se em algo mais forte do que eu possa suportar. Tentando pensar no mal que me faz, chegando à conclusão de que a dor é mínima. Concluindo, acima de tudo, que todo esforço contrai-se em um erro impagável, a um risco imprudente, que insisto em correr, que insisto em cometer.
Não adianta escachar aquilo que é legível em teu semblante – eu não desistiria, não agora. Sempre questiono quando o fim chegará, embora eu sempre adie a data por receio do que há de vir. Não é bom, o que minha previsão incide. Eu sempre soube, desde o início. Mesmo teimosa, mesmo insistente, de noite, de dia – já basta passar pelos transtornos tão irreais.
De olhos fechados mantenho minha postura inicial, finjo não ver, quando tudo está tão nítido. Finjo não sentir, quando nada mais cabe em meu peito. Finjo acreditar, que cada palavra tua será comprometida com a lealdade. Finjo ser quem eu gostaria de ser. E no fim só me resta o erro fatal de fingir que ainda há caminho a se percorrer.
E eu me pergunto, antes de fechar os olhos – O que você quer de mim? – e a pergunta ecoa pelos pensamentos, até que outra noite de insônia se aproxima. Mas até pegar no sono, é a perturbação que me inquieta.
E as contradições racionais e emocionais entram em combate a cada frase completa. O ódio que eu deveria nutrir transfigura-se em algo mais forte do que eu possa suportar. Tentando pensar no mal que me faz, chegando à conclusão de que a dor é mínima. Concluindo, acima de tudo, que todo esforço contrai-se em um erro impagável, a um risco imprudente, que insisto em correr, que insisto em cometer.
Não adianta escachar aquilo que é legível em teu semblante – eu não desistiria, não agora. Sempre questiono quando o fim chegará, embora eu sempre adie a data por receio do que há de vir. Não é bom, o que minha previsão incide. Eu sempre soube, desde o início. Mesmo teimosa, mesmo insistente, de noite, de dia – já basta passar pelos transtornos tão irreais.
De olhos fechados mantenho minha postura inicial, finjo não ver, quando tudo está tão nítido. Finjo não sentir, quando nada mais cabe em meu peito. Finjo acreditar, que cada palavra tua será comprometida com a lealdade. Finjo ser quem eu gostaria de ser. E no fim só me resta o erro fatal de fingir que ainda há caminho a se percorrer.
Textos, histórias, sensacionais e inteligentíssimos!
ResponderExcluirIgor/Flickr
Abs.
...traigo
ResponderExcluirsangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...
desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ
TE SIGO TU BLOG
CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...
AFECTUOSAMENTE:
ANA
ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE CABALLO, LA CONQUISTA DE AMERICA CRISOL Y EL DE CREPUSCULO.
José
ramón...
"De olhos fechados mantenho minha postura inicial, finjo não ver, quando tudo está tão nítido. Finjo não sentir, quando nada mais cabe em meu peito. Finjo acreditar, que cada palavra tua será comprometida com a lealdade. Finjo ser quem eu gostaria de ser. E no fim só me resta o erro fatal de fingir que ainda há caminho a se percorrer."
ResponderExcluirAdorei Luiza!!! Queria ter o teu talento.
abçs