Mudando de texto para imagem, que já ouvi dizer, "vale mais que mil palavras". Hoje me arrisquei no final da Feira do Produtor em busca de "personagens", "ícones" que por lá passam. Sempre tem aquele tiozinho tocando viola, o pedinte, aquelas figurinhas carimbadas, que todos conhecem.
A que ilustra o post de hoje é a simpática "ceguinha", como é conhecida por lá. Maria Aparecida deixou de ir à feira que acontecia na avenida Cerro Azul há alguns anos, e passou a frequentar os arredores do estádio Willie Davids, local onde acontece a feira que me refiro, de quarta e sábado.
Ao olhar cuidadoso do feirante Barrinha, Maria permanece sentada em um caixote vendendo panos de prato. "Lindeza", como é carinhosamente chamada pelo "pai postiço", Barrinha, compõem o quadro de diversidade do local.

A que ilustra o post de hoje é a simpática "ceguinha", como é conhecida por lá. Maria Aparecida deixou de ir à feira que acontecia na avenida Cerro Azul há alguns anos, e passou a frequentar os arredores do estádio Willie Davids, local onde acontece a feira que me refiro, de quarta e sábado.
Ao olhar cuidadoso do feirante Barrinha, Maria permanece sentada em um caixote vendendo panos de prato. "Lindeza", como é carinhosamente chamada pelo "pai postiço", Barrinha, compõem o quadro de diversidade do local.



No segundo ano do curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, temos a matéria "Técnica de Reportagem", onde os alunos produzem o conteúdo do jornal on-line Matéria Prima (http://www.jornalmateriaprima.com.br/) - que aliás, começa a ter nossa contribuição na próxima semana.
Minha primeira missão na divisão de responsabilidades foi arcar com a "Reportagem B", juntamente com meu querido amigo Alisson Gusmão, que ficou com a "Reportagem A". Embarcamos na ideia de focar no tema feira, e provavelmente vocês vão conferir o trabalho pronto na próxima semana.
Fico pensando quando é que poderia me imaginar chegando em um lugar aleatório puxando conversa com desconhecidos - e surpreendendo-me ao me deparar com tantas histórias interessantes. Jornalismo é apaixonante. A história de vida das pessoas é apaixonante. Misturar-se com gente diferente do que estamos acostumados a conviver, pegar ônibus e parar em cantos da cidade até então desconhecidos é cansativo, mas é um aprendizado incalculável. Acho que estou apaixonada.
Obs: Quando questionada por mim se poderia caracterizar uma foto, tive como resposta um comovido "Claro, linda!". Incentivada pelos demais feirantes presentes, Maria Aparecida riu como criança, e perguntou, ao final, se a foto tinha ficado boa - é claro que sim! Não aguentei e trouxe um pano de prato para casa.
Minha primeira missão na divisão de responsabilidades foi arcar com a "Reportagem B", juntamente com meu querido amigo Alisson Gusmão, que ficou com a "Reportagem A". Embarcamos na ideia de focar no tema feira, e provavelmente vocês vão conferir o trabalho pronto na próxima semana.
Fico pensando quando é que poderia me imaginar chegando em um lugar aleatório puxando conversa com desconhecidos - e surpreendendo-me ao me deparar com tantas histórias interessantes. Jornalismo é apaixonante. A história de vida das pessoas é apaixonante. Misturar-se com gente diferente do que estamos acostumados a conviver, pegar ônibus e parar em cantos da cidade até então desconhecidos é cansativo, mas é um aprendizado incalculável. Acho que estou apaixonada.
Obs: Quando questionada por mim se poderia caracterizar uma foto, tive como resposta um comovido "Claro, linda!". Incentivada pelos demais feirantes presentes, Maria Aparecida riu como criança, e perguntou, ao final, se a foto tinha ficado boa - é claro que sim! Não aguentei e trouxe um pano de prato para casa.