
Conhecendo pessoas certas na hora errada. Nunca aconteceu nada parecido? Alguém que poderia ser teu amigo de infância, mas a distância atrapalhou. O amor perfeito, mas o verão acabou. A parceria inseparável, mas o tempo esgotou. Todos os dias a vida se compara a uma estrada que não sabemos onde vai dar. Cruzamos com muitos rostos, familiares ou não. Alguns sorrindo nos fazem sorrir também, outros com dor que nos faz ter compaixão, têm os que possuem raiva no olhar... E por fim, retribuímos com a pureza do coração.
Mas me diga, já aconteceu? Terem tudo em comum ou nada em comum e mesmo assim rirem juntos das coisas mais bobas. Um gostar da companhia do outro, mas o passado complicar o que poderia ser um presente adorável e um futuro previsível? Achei que não, mas acontece sim. A todo instante. Por mais esforço em manter a cabeça erguida e caminhar sem olhar para trás, é inevitável não ter uma comparação com alguém querido que a gente conheceu. “Mas fulano não me lembra tal pessoa?”. Uma música, um sorriso, um joguinho de vídeo game. Tudo faz lembrar o que já vivemos. E porque simplesmente não esquecemos e partimos para encarar outras expressões que nos atravessam todos os dias? Eu não sei, sinceramente, não faço ideia. Mas não gostaria de pensar sobre e achar alguma conclusão. Porque nos faz bem? Nos fez bem? Talvez. E o agora? E o depois?
Tudo poderia parecer tão fácil se as lembranças não atormentassem a convivência. Tudo poderia ser tão simples se parássemos de insistir no que já foi. Pode ser diferente sim, mas cicatrizes permanecem para afiar a memória de que algo aconteceu.
Pé ante pé, e eu continuo caminhando, olhando para o horizonte, trombando com gente engraçada, querida, maldosa. Gente que se eu pudesse, carregaria comigo para sempre. Mas as estradas só se cruzam, as pessoas só se olham... E tem de continuar caminhando. Pois o destino de cada uma depende delas mesmas. A nossa interferência mútua talvez gere alguma conseqüência futura, mas o pensamento que todos têm quando conhecem pessoas novas, são frutos de tudo que se viveu até então. O rastro do passado atrás da sombra, e o sorriso amargurado das vidas que se deixou para trás.
O caminho? O nome dele? Idade? Tempo? Tempo. Os minutos trocados e as informações sugeridas, as conversas de fila de banco e de repente, não mais que de repente, nossa visão muda. As pessoas incorporam o presente, e dói pensar que vão fazer parte do passado inesperadamente.
Mas me diga, já aconteceu? Terem tudo em comum ou nada em comum e mesmo assim rirem juntos das coisas mais bobas. Um gostar da companhia do outro, mas o passado complicar o que poderia ser um presente adorável e um futuro previsível? Achei que não, mas acontece sim. A todo instante. Por mais esforço em manter a cabeça erguida e caminhar sem olhar para trás, é inevitável não ter uma comparação com alguém querido que a gente conheceu. “Mas fulano não me lembra tal pessoa?”. Uma música, um sorriso, um joguinho de vídeo game. Tudo faz lembrar o que já vivemos. E porque simplesmente não esquecemos e partimos para encarar outras expressões que nos atravessam todos os dias? Eu não sei, sinceramente, não faço ideia. Mas não gostaria de pensar sobre e achar alguma conclusão. Porque nos faz bem? Nos fez bem? Talvez. E o agora? E o depois?
Tudo poderia parecer tão fácil se as lembranças não atormentassem a convivência. Tudo poderia ser tão simples se parássemos de insistir no que já foi. Pode ser diferente sim, mas cicatrizes permanecem para afiar a memória de que algo aconteceu.
Pé ante pé, e eu continuo caminhando, olhando para o horizonte, trombando com gente engraçada, querida, maldosa. Gente que se eu pudesse, carregaria comigo para sempre. Mas as estradas só se cruzam, as pessoas só se olham... E tem de continuar caminhando. Pois o destino de cada uma depende delas mesmas. A nossa interferência mútua talvez gere alguma conseqüência futura, mas o pensamento que todos têm quando conhecem pessoas novas, são frutos de tudo que se viveu até então. O rastro do passado atrás da sombra, e o sorriso amargurado das vidas que se deixou para trás.
O caminho? O nome dele? Idade? Tempo? Tempo. Os minutos trocados e as informações sugeridas, as conversas de fila de banco e de repente, não mais que de repente, nossa visão muda. As pessoas incorporam o presente, e dói pensar que vão fazer parte do passado inesperadamente.